Wadson RegisFlávio
Dino, Ministro da Justiça e Segurança Pública, deu uma aula na Comissão de
Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara Federal. Mostrou, da maneira que
quis, pelo preparo que tem, as “armas” de um advogado de defesa, na defesa
do seu cliente (no caso em tela, ele mesmo e o governo que representa).
Se o Brasil amanhece sem saber como será o final de
cada dia, com as mudanças propostas pelo Governo Lula, em Alagoas a expectativa
é saber para aonde vão os soldados dos generais da política.
O maior partido de Alagoas, que tem o governador, dois
senadores, dois federais, 14 estaduais, 66 prefeitos e o Ministro dos
Transportes, tem um caso mal resolvido – nas urnas - com Maceió. E
não é de hoje. No próximo pleito serão 35 anos de revés, desde que Renan
Calheiros perdeu para Guilherme Palmeira.
A decisão da Prefeitura de Maceió de abrir quatro vias pelo
Corredor Vera Arruda não será pacificada com os moradores da região. É um risco
que JHC vai correr com um segmento que, em tese, vem lhe dando sustentação nas
urnas e na aprovação da gestão.
Politicamente, o Estado de Alagoas está bem representado em
Brasília. Pelo menos nas patentes e na articulação junto ao Governo Federal. Mas
é deprimente os diários de bordo do presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, e do senador mais influente no Senado, Renan Calheiros. Os caras não se
desarmam. Mas há um detalhe: a baixaria contínua pode ter prazo de validade (2026 – anote
no seu diário).
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