Valderi MeloAlém de garantir o pagamento integral do 13º salários dos servidores alagoanos para esta sexta-feira, 15, o governador Renan Filho tem outro motivo para comemorar ao final de seu terceiro ano de governo: o fato de Alagoas ter sido destaque nacional, desta vez como o estado que mais reduziu a dependência de recursos federais no Nordeste. O resultado foi comemorado por Renan Filho em publicações nas suas redes sociais.
Pelas redes sociais, o presidente do PRTB em Alagoas, Adeilson Bezerra, comemorou a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) com sede em Recife, de inocentá-lo na chamada Operação Navalha, ocorrida em 2007, logo no início da primeira gestão do então governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Na época, Adeilson era secretário de Infraestrutura do Estado, cargo para o qual havia sido indicado pelo PMDB alagoano.
Leia mais »A situação financeira de alguns dos maiores estados brasileiros, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, não é das melhores. Tanto que nos três estados, os governos não têm nenhuma previsão de quando e como vão efetuar o pagamento do 13º salário aos seus servidores. Pelo menos é o que mostra uma pesquisa feita pelo Conselho Nacional de Secretários de Estado de Administração (Consad) nos 27 estados (confira tabela em anexo) obre aqueles que vão efetuar o pagamento do salário extra até o dia 20 deste mês de dezembro.
Da Colômbia onde participa de uma missão técnica a cidade de Medellín, o governador Renan Filho fará nesta quinta-feira, 7, a partir das 9 horas, uma transmissão ao vivo pelo Facebook. O governador viajou para a Colômbia a convite da ONU para apresentar os resultados positivos do programa Vida Nova nas Grotas, que tem melhorado a qualidade de vida dos moradores das grotas da capital alagoana. O programa já atendeu 31 comunidades.
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador Otávio Leão Praxedes, participou de reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, nesta segunda-feira (4). Durante o encontro, foram discutidas questões envolvendo o sistema penitenciário, a agilidade de processos com réus presos, a destruição de armas apreendidas pelo Exército e a transparência no recebimento de subsídios.
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