Wadson RegisAs eleições em Alagoas representam muito mais que uma queda de
braço. Não está em jogo apenas a vitória. A guerra eleitoral (isso mesmo,
a política de Alagoas está em guerra) pelo poder político já passa dos limites da prudência.
As pesquisas
de intenção de votos divulgadas até agora passam a servir, tão somente, para análise.
Pelos últimos levantamentos Paulo Dantas tem crescimento constante e Rodrigo
Cunha em queda permanente. Rui Palmeira cresce lentamente, mas avançando. Os
três estão empatados pela margem de erro.
Ouvi do cientista político
Antônio Lavareda, que as pesquisas eleitorais não são nada menos do que
pesquisas de opinião quantitativa por amostragem. O erro — e os institutos e a
imprensa têm culpa nisso — é que, durante muito tempo, vendeu-se que as
pesquisas eram prognósticos de resultados eleitorais. E as pesquisas de
intenção de voto, como a própria palavra diz, apenas medem intenções. Intenções
não são atitudes. E o voto em si, efetivamente, é um comportamento. A única
pesquisa capaz de revelar uma atitude, um comportamento, é a boca de urna.
Entre as intenções manifestadas nas pesquisas e o comportamento dos eleitores
na urna, há a influência de uma série de fatores.
Em mais uma disputa de
bastidor, o senador Renan Calheiros superou o adversário Arthur Lira. O presidente
da Câmara dos Deputados já contava com o Podemos em sua base no Estado. Renan
agiu e evitou.
Não deveria ser assim,
mas a política brasileira, na regra adotada pela maioria, é preciso compreender
que há diferença entre falar e dizer a verdade. É importante para não achar que certas decisões
representam traição ou surpresa.
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