Wadson RegisDefinitivamente com a agenda continuada de campanha, o
prefeito JHC partiu para a ofensiva, também, com seu secretariado. Numa reunião
que durou mais de 5 horas, deixou claro que proximidade com o povo é a palavra
de ordem e que gabinete é lugar para assinar despacho.
Tudo leva a crer que o Brasil vai balançar – outra vez. Um país rico, paradisíaco, tropical, com culturas diferentes, mas que naufraga há décadas por conta da manutenção de um sistema viciado. DEMOCRACIA?
Leia mais »Num jogo de gato e rato (não sei quem é quem) a
busca pelo queijo (a Prefeitura de Maceió) promete desafios
intensos até o início do processo eleitoral. Neste ano, o foco é a montagem dos
times (situação e oposição). Quando 2023 começar o circo denúncias
e fake news vão esquentar a disputa. Faz parte do modelo político
adotado com sucesso em Alagoas, que produz (continuamente) nomes “importantes”
para a política nacional.
Até os mais céticos fazem planos para dias melhores, quando
um novo ano começa. A mudança de hábitos, como diminuir a pança, melhorar a
alimentação, manter caminhadas diárias, suar na academia, gastar menos, errar menos e uma série de coisas
que a mente até pensa em fazer (para nos ajudar) mudariam
o nosso comportamento (como sociedade), caso os planos fossem adiante. Pois é... mudariam.
Não há local
melhor para que grupos rivais se enfrentem. E nesta sexta-feira o ministro
Edson Fachin, do STF, será o conciliador para que o Governo de Alagoas, a
Prefeitura de Maceió e outros 12 municípios cheguem a um acordo sobre a
partilha dos R$ 2 bilhões da outorga da concessão da Casal na região
metropolitana da capital.
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