Wadson RegisEm tempo: a
escrita na manchete está errada, mas o que está certo no processo eleitoral de
Alagoas (e da capital)? Quem com erro fere, com erro será ferido.
É do gaúcho Leonel Brizola uma das frases mais
emblemáticas da política brasileira: “A política ama a traição e odeia o
traidor”.
Ronaldo Lessa, um dia, será lembrado como um dos políticos
mais importantes para os alagoanos. Foi um governo de planejamento estratégico,
em defesa das minorias, fortalecimento da economia e do turismo. Teotonio Vilela
Filho, com outro foco, avançou com duplicação de estradas e proximidade com os municípios.
Renan Filho soube aproveitar as oportunidades garantidas pelo pai (então
todo poderoso) e fez um governo desruptor. Agora é a vez de Paulo Dantas
e ele, pelos indicadores, está dando conta do recado.
Para os que apostavam que Rodrigo Cunha não teria coragem de
trocar o Senado (com o status de melhor parlamentar do Estado por cinco
anos consecutivos) para ser vice na chapa à reeleição de JHC;
A próxima
semana chegará com o calor eleitoral dando as caras. Não significa dizer que o
céu estará aberto para todos. No ramo político a nuvem muda muito rápido, fazendo
a bússola e a biruta castigarem os viajantes que buscam o ouro através das
urnas.
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