Wadson RegisQuem foi governo, estadual e municipal, no processo eleitoral deste ano, em Alagoas, está sorrindo – e não é atoa. Os resultados, na capital e interior, confirmam que a força da máquina pública, aliada ao bom desempenho, foram fatais contra a oposição.
Lembrando o que tenho dito aqui, há algum tempo:
Final de ciclo é sempre uma incógnita. Quem ascende, em algum
momento precisará olhar para onde tudo começou. A política é muito mais que uma
arte, uma ciência. No Brasil, optar por ser um político profissional é como
trabalhar num campo minado, onde os riscos de acidentes são muito maiores do que
o reconhecimento pelo legado.
A turma 40+ certamente lembra da poderosa campanha, nos anos
80, do Denorex, que tinha como slogan o “parece, mas não é”.
No dia 2 de março deste ano publiquei aqui, em primeira mão,
que Rafael Brito foi o nome escolhido pelos Renan´s para enfrentar JHC. Optei por
dar ênfase naquilo que acreditava, naquele momento. “MDB decide seu candidato, mas o desafio de Rafael Brito será superar Lobão ”. Escrevi em 2
de março, senhoras e senhores.180 dias depois, os números da pesquisa
Quaest, encomendada pela TV Gazeta de Alagoas, confirmam que o desafio está
acirrado, com Rafael e Lobão empatados com 4% da intenção de votos.
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