Wadson RegisSabe aquela máxima (verdadeira) que diz: o Brasil é o país dos impostos? Pois é mesmo. O que a maioria dos brasileiros não alcança é que são os impostos, pagos por nós, que ajudam a sustentar os estados e em muitos casos também bancam a corrupção.
Leia mais »Duas “novelas” seguram a audiência na corrida eleitoral à
Prefeitura de Maceió. Nelas, dois nomes são cotados para protagonizar o
pleito ao lado de JHC, que já faz par com Rodrigo Cunha, na aliança PSB/PSDB.
Para a maioria dos políticos de Alagoas ocupar o mandato é
uma questão de equação financeira. Simples assim. Para a minoria, é uma luta.
Wellington
Dias, governador do Piauí, não segurou a pressão, reuniu a imprensa e rompeu o
silêncio para dizer que aceita o desafio de Bolsonaro, de zerar a taxação do
ICMS sobre o combustível. A proposta do presidente é zerar o imposto federal,
se os governadores zerarem o ICMS.
É do PSB a primeira vaga para a sucessão de Rui Palmeira à
Prefeitura de Maceió. Desde o ano passado todos os institutos confirmam que JHC
tem, no mínimo, o dobro da intenção de voto para o segundo colocado. As amostras
também apontam a alternância do segundo, que já foi Alfredo Gaspar (sem
partido), depois Davi Davino Filho (PP) e agora é Ronaldo Lessa (PDT).
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