Wadson RegisQuando escrevi aqui que o
processo de intervenção no diretório do PSDB Maceió era real, pouca gente deu atenção,
inclusive a deputada Tereza Nelma, agora oficialmente destituída. Para falar de
política é preciso mais que boas fontes, é necessário jogar o jogo, circular,
conversar, observar e, só assim, tirar conclusões mais próximas da realidade.
Na política há uma máxima que diz: Tão importante quanto a
vitória é saber o que fazer com o mandato.
O comando nacional do PDT
trabalha, mais uma vez, para que Ronaldo Lessa desista da candidatura que
deseja. Roteiro bem parecido com o de 2010, quando Ronaldo era favorito para disputar o
senado e Renan Calheiros acionou Lula (então presidente) para que resolvesse
com Carlos Lupi (dono do PDT) a candidatura de Ronaldo ao governo do Estado, na
reeleição de Teotonio Vilela. O sacrifício não valeu a pena.
Indecifrável. É assim que observo a reta de chegada da eleição majoritária em Maceió. Há um mês a presença de JHC no segundo turno era a única certeza. Mas os big boss da nova política – com base no recall das eleições de 2018 – ainda estão na fase embrionária e o protótipo dos novos tempos corre o risco de sair de linha em 2020.
Há uma unanimidade na
seara política estadual: Luciano Barbosa chegou longe demais. De derrotado a
vereador em Arapiraca, virou prefeito-reeleito, depois Ministro no governo de
Fernando Henrique Cardoso e duas vezes vice-governador. Contou com 25% da sorte,
25% de Célia Rocha e 50% de Renan Calheiros que, de maneira inexplicável, ainda
o mantém debaixo dos braços.
(82) 996302401 (Redação) - Comercial: [email protected]
© 2026 Portal AL1 - Todos os direitos reservados.