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Maceió/Al, 24 de fevereiro de 2026

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Wadson Regis Wadson Regis
Jornalista profissional, formado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), é editor-geral do AL1.
10/09/2020 às 13:40

Tá surpreso? Fique não.

Cientificamente não tem nada a ver com o novo coronavírus, mas os efeitos da pandemia no processo eleitoral em Alagoas estão surpreendendo políticos, espantando lideranças e deixando o eleitor ainda mais sem noção.

Em Maceió, por exemplo, há dois meses das eleições Branco/Nulo/Nenhum deles venceria o primeiro turno no confronto espontâneo contra JHC, Alfredo Gaspar, Davi Filho, Cícero Almeida, Ricardinho Santa Ritta, Lenilda Luna, Ricardo Barbosa, Cícero Filho, Corinto Campelo, Josan Leite e Valéria Correia.

Como assim vencem os candidatos apoiados pela máquina e canhão do Governo do Estado, Prefeitura da Capital, Assembleia Legislativa, Câmara e Senado Federal? Ou são todos candidatos mequetrefes, ou que não têm plano de governo ou que não têm assessorias qualificadas ou porque o eleitor não tem, nem dá, a mínima importância para eleger seus representantes.

É neste balaio de gato (e ratos) que entra algo que geralmente muda tudo: o imponderável. Quer saber quando ele está causando efeito? Quando alianças improváveis são firmadas. Muitas estão em andamento; algumas já firmadas.

Em 2020 não se surpreenda com mais nada. Ah, já está surpreso? Fique não.  

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